sábado, 5 de novembro de 2011

Assistência Médica Inteligente

Para criar um sistema inteligente, as soluções de assistência médica precisam ser instrumentadas, interconectadas e inteligentes


Uma receita de inteligência para a assistência médica

Em um grande hospital, endopróteses expansíveis que custam $25.000,00 a unidade desaparecem com frequência. Em uma clínica, um paciente tem que fazer o mesmo exame de sangue várias vezes porque os prontuários médicos atualizados não estão à disposição. E apesar dos relatos conflitantes, um estudo (o link reside fora do ibm.com) descobriu que uma média de 195.000 mortes são causadas por erros médicos que poderiam ser evitados.
Esses são apenas alguns dos motivos pelos quais os custos de assistência médica estão subindo. Em alguns países, esses custos estão crescendo quase duas vezes mais rápido que a inflação.
A assistência médica tem um diagnóstico para suas aflições: ineficiência. Mas a cura não é assim tão fácil. Apesar de as organizações estarem se tornando ricas em informações, elas permanecem pobres em conhecimento, sem as ferramentas para integrar melhor as informações em seus sistemas clínicos, de operações, de pesquisa e financeiros. Mas em vez de focar no que está errado com a assistência médica, poderia ser mais produtivo - e muito mais saudável - imaginar como podemos fazer com que um sistema de assistência médica seja inteligente.

A abordagem inteligente de assistência médica é aquela que usa informações para criar um insight real no atendimento a pacientes e desempenho organizacional. Fornecedores, pesquisadores e diretores de assistência médica podem trabalhar de forma mais inteligente criando visualizações abrangentes e holísticas de dados do paciente.Eles podem ter uma visibilidade em tempo real de como suas operações estão sendo executadas. E eles podem usar dados de amostra de maior abrangência para conquistar mais avanços médicos.
Os inovadores estão decompondo os silos, de modo que eles possam conectar médicos, pacientes e seguradoras para compartilhar informações continuamente e de forma segura. Isso significa que um sistema inteligente de assistência médica é otimizado em torno do paciente para aumentar a eficiência, reduzir erros, atingir melhores resultados de qualidade e salvar mais vidas.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Nuvem Mais Inteligente

Antigamente, as estações de trabalho eram conectadas a um mainframe. Hoje, elas conversam com uma nuvem.

Conservar energia. Consolidar recursos. Tornar a informação segura e disponível, onde e quando necessário. Com imperativos como esses, temos que ser mais inteligentes sobre como acessar, processar e armazenar dados.

Isso significa pensar além do computador e para fora dos nossos próprios centros de dados. Pensar a respeito de formas mais inteligentes de lidar com os 15 petabites de novas informações que geramos a cada dia e no colossal aumento no número de dispositivos conectados que utilizamos para trabalhar com esses dados. Dados que são otimizados para as cargas de trabalho notavelmente diversificadas que as empresas, organizações e governos gerenciam.
A hora é agora para uma plataforma projetada para uma computação eficiente e eficaz em amplos espaços abertos... em outras palavras, em todo lugar. Está na hora de pensar em nuvem.
As vantagens da computação em nuvem – acessar os seus dados e aplicações armazenadas em hardware remoto via internet, em vez de mantê-los todos na sua estação de trabalho local – ainda exigem, para muitos, uma certa ginástica mental. Mas, agora que a estação de trabalho pode ir a qualquer lugar, sob a forma de um smartphone, um despojado notebook ou mesmo uma leitora de e-books, a computação em nuvem é praticamente como se fosse um computador virtual operando em conjunto com um servidor virtual. Se o usuário pode estar em qualquer lugar, o mesmo pode acontecer com a fonte dos dados e aplicações.
A equação da nuvem agrega a flexibilidade para aumentar ou diminuir a largura de banda, como você quiser, à acessibilidade de um serviço pago à medida que você o usa, e diminui itens de hardware, comedores de energia, do seu ambiente local. Inclua-se aí também a segurança e experiência da IBM, que estão presentes em cada um dos principais centros globais de computação em nuvem e em milhares de nuvens empresariais privadas. O resultado: um enfoque instrumentado, interconectado e inteligente a uma computação em nuvem mais inteligente.
Clientes, empregados e parceiros falam sobre as razões pelas quais escolheram a IBM para implementar em suas organizações um modelo virtual de computação com servidores em nuvem.
http://www.ibm.com/smarterplanet/br/pt/cloud_computing/ideas/index.html#overlay-mov-video-1
Tudo isso se junta no portfólio em nuvem IBM Smart Business (US) que apresenta o primeiro conjunto de serviços e produtos integrados em nuvem voltados para a empresa. O portfólio incorpora sofisticada tecnologia de automação e autosserviço para tarefas tão diversas como desenvolvimento e teste de software, gerenciamento de computadores e dispositivos, e colaboração. As ofertas incluem:
  • IBM Smart Business padronizado e serviços em nuvem privados para o desenvolvimento e teste de produtos de software seguros e escaláveis.
  • Opções de IBM Smart Business Desktop para desktops virtuais
  • Servidor IBM CloudBurst server (US) com armazenamento, virtualização, redes integradas e sistemas de gerenciamento de serviço embutidos.


Educação mais Inteligente


Se o nosso planeta fosse uma grande sala de aula de matemática, os Estados Unidos seriam um aluno medíocre sentado no fundo da sala.

Dentre 30 países, os EUA obtiveram a 25ª colocação em matemática e a 24ª em ciências*.

Nunca houve época mais propícia para tornar os nossos sistemas educacionais mais inteligentes. Escolas e sistemas avançados de ensino estão sofrendo com os cortes orçamentários. A demanda por trabalhadores competentes com conhecimentos especializados está crescendo a 11% ao ano. Muitos postos de trabalho vão exigir treinamento pela vida inteira e uma permanente atualização. E o setor de educação se tornou cada vez mais complexo e difícil de quantificar, à medida em que os estudantes buscam uma variedade de caminhos alternativos de aprendizagem (US).

Um dos desafios é que nossos sistemas educacionais precisam ser mais sistêmicos, por assim dizer. Nos EUA há mais de 15.000 distritos escolares independentes e mais de 4.000 instituições de ensino superior, a maioria com objetivos e processos administrativos próprios. Na China há aproximadamente 500.000 escolas de nível primário e médio, muitas delas responsáveis pela administração da sua própria infraestrutura. Essas redundâncias criaram enorme ineficiência, inflando custos e criando silos de recursos.

A boa notícia é que houve avanços nas tecnologias de educação – computação em nuvem, sistemas de fonte aberta, virtualização, análise de dados – que podem ajudar os nossos sistemas educacionais a renovar infraestruturas obsoletas, dando-lhes uma nova funcionalidade. Eles podem se tornar mais interconectados, mais instrumentados e mais inteligentes. Em resumo, mais inteligentes. E isso já está acontecendo.
*Fonte: Organization for Economic Co-operation and Development, The Program for International Student Assessment, Ratings, 2006