sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Comércio mais Inteligente

Redefinindo a cadeia de valor na era do cliente

Tudo começa com o cliente

Nos negócios, isso sempre foi verdade. Mas agora uma nova geração de clientes está ditando um novo conjunto de termos na dinâmica entre consumidores e vendedores.
Os clientes abordam uma venda munidos da tecnologia e da transparência, com mais informações vindas de muito mais fontes do que antes. Eles esperam fazer negócios com empresas como e quando quiserem, pessoalmente, virtualmente, ou em qualquer lugar. E querem que estes métodos estejam conectados sem falhas.

A oportunidade de comércio mais inteligente O comércio mais inteligente reconhece que a venda é apenas um aspecto da experiência. Como no comércio tradicional, o cliente está no centro de todas as operações. O comércio mais inteligente transforma o insight do cliente em ação, permitindo novos processos de negócios que ajudam empresas a comprar, vender e fazer manutenção de seus produtos e serviços.

Compra: expandindo a visão de intermediação de compra

Mesmo com dezenas de centros de fabricação e distribuição e centenas de revendedores de varejo, atacado e Internet, um fabricante de equipamento para escritório mantém uma completa visibilidade de seus inventários e de seus canais de compra. Utilizando um sistema de gerenciamento de pedido com base em regras, a empresa pode prever o inventário, gerenciar a demanda e coordenar a distribuição e o fornecimento por meio de sua rede de parceiros. Como resultado, seus clientes desfrutam de uma taxa de cumprimento de pedido de quase 100 por cento.
Novas abordagens para o fornecimento, intermediação e distribuição de bens e materiais - de fornecedores a plataformas de parceiros comerciais a ferramentas de visibilidade de cadeia de fornecimento - permitem a sincronização de fornecimento e demanda e melhor controle de inevitáveis interrupções.
Um estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), New Rules for a New Decade (PDF, 1.2MB), entrevistou mais de 650 executivos de intermediação de compra e cadeia de fornecimento e descobriu que as empresas estão priorizando a visibilidade, a integração com parceiros e outras habilidades que possam permitir abordagens de comércio mais inteligente.

Mercado: personalizando a mensagem

Uma empresa de serviços financeiros global utiliza analítica comportamental para dar a seus clientes o que eles querem: promoções em tempo real e personalizadas por meio da mídia de sua escolha. Estudar a maneira como os clientes utilizam a Web, o e-mail, o telefone e as redes sociais para pesquisar e comprar permite que a empresa forneça ofertas instantâneas e específicas que gerem resposta, conversas e taxas de rendimento.
Com as poderosas analíticas e o marketing entre canais coordenado, as campanhas personalizadas tornaram-se ainda mais precisas e podem ser entregues por meio dos canais mais eficientes para cada cliente. Os responsáveis pelo marketing estão mais próximos do que nunca de falar diretamente aos clientes sobre os produtos e serviços e de entregar a melhor oferta, automaticamente, com um entendimento mais completo de como os clientes interagem e respondem a suas marcas.
O estudo do IBV de 2011 From Social Media to Social CRM (PDF, 1.2MB) mostra uma falha de recepção entre os responsáveis pelo marketing e seus clientes, e porque seus clientes interagem com suas marcas, especificamente por meio das mídias sociais. Os clientes mencionam os valores tangíveis - descontos e compras - como as duas principais atividades de mídia social que eles procuram fora de suas marcas de confiança. Apenas sentir-se conectado ou interagindo com uma marca não é suficiente para os clientes.

Venda: ir até onde o cliente está

Um revendedor leva sua marca para onde o cliente possa estar comprando: o site da Web de um parceiro, redes sociais, blogs e lojas virtuais. Qualquer que seja o ponto de partida - ler a crítica de um amigo sobre um produto no Facebook, navegar pelo site de um afiliado ou pesquisar um catálogo em seu smart phone — o cliente vê ofertas e propagandas consistentes.
O estudo Capitalizing on the Smarter Consumer (US) descobriu que 49 por cento dos consumidores utilizam dois ou mais canais de compras durante uma única compra. O Comércio mais inteligente expande as opções do cliente, como verificar a disponibilidade de produtos em um ponto e designar o melhor local de compra, permitindo essencialmente que os clientes comprem de qualquer lugar e recebam em qualquer lugar.
E não são apenas vendas aos consumidores. Empresas com modelos B2B podem oferecer catálogos específicos para contas, preços com base em contratos, configuração de produtos complexos e poderosos processos de orquestração de pedidos.

Serviço: uma continuação de sucesso

Um fornecedor de telecomunicações regional aplica modelos e analíticas preventivas para atender melhor e manter seus clientes. Utilizando modelos de dados avançados, os clientes são classificados mensalmente sobre suas propensões de mudar de fornecedores. Essa informação dá aos gerentes de serviço a chance de entrar em contato proativamente com clientes com grande propensão e resolver qualquer assunto antes que o cliente mude para o concorrente.
O comércio mais inteligente não termina na venda. Uma reputação de excelente cuidado com o cliente nos meses e anos seguintes à compra pode ser um forte ponto de venda. Executivos encarregados com o serviço ao cliente estão utilizando insights de clientes para prever as necessidades do serviço. De instalação sincronizada do produto e garantia a gerenciamento e rastreamento de devoluções mais eficientes, operações mais suaves significam uma experiência melhor para o usuário.
Porque, no final das contas, o comércio começa com - e existe graças a - o cliente.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ferrovias mais Inteligentes

Recursos embutidos de inteligência, análise de dados e otimização estão reestruturando o mais antigo sistema do setor de transportes.


Um novo centro de inovação abre suas portas:o Centro Global de Inovação Ferroviária da IBM pretende ser um fórum onde os líderes ferroviários de todo o mundo possam colaborar na discussão dos desafios que as ferrovias enfrentam e na criação de soluções, padrões para o setor, pesquisas e liderança na busca por ferrovias mais inteligentes.
A IBM inaugurou um novo Centro Global de Inovação Ferroviária que vai juntar os principais líderes do setor em todo o mundo, pesquisadores e universidades para propor a próxima geração de sistemas ferroviários. Ferrovias mais inteligentes são uma parte integral de um planeta mais inteligente, e este vídeo ajuda a explicar como isso pode ser feito.



Construindo um sistema ferroviário mais inteligente 

Você se lembra de que na escola os problemas de matemática e física muitas vezes usavam os trens como exemplos? Isso é porque as ferrovias sempre foram grandes geradoras de dados. E hoje, com a RFID e outras tecnologias, elas geram mais dados ainda. A IBM pode usar esses dados para tornar as ferrovias mais eficientes, seguras, rápidas, limpas e lucrativas. Em uma palavra: mais inteligentes.

Colocando transporte mais inteligente na linha expressa

Em algumas regiões do mundo, os setores público e privado reconhecem a necessidade de uma melhor infraestrutura de transportes. E, cada vez mais, veem o potencial que ferrovias mais inteligentes têm para atender a essa necessidade. Mas, como chegar lá?
Devido aos caprichos da história, da geografia, da economia e da política, alguns continentes (como a Europa) já foram muito mais longe na otimização de sua infraestrutura de transporte de passageiros por trens, enquanto outros (especialmente a América do Norte) estão na dianteira quanto ao uso de trens para o transporte de cargas. Cada um pode aprender alguma coisa com o outro. Chegamos a um ponto na história no qual os avanços tecnológicos permitem atender às demandas sociais, ambientais e financeiras por um sistema de transportes mais eficiente e mais inteligente. Uma infraestrutura de transportes instrumentada, interconectada e inteligente – e, particularmente, com ferrovias mais inteligentes – poderá fortalecer a economia, reduzir as emissões de gases estufa, tornar as rodovias mais seguras e reduzir o congestionamento nas estradas. Em outras palavras, um planeta mais inteligente precisa de ferrovias mais inteligentes.
A ferrovia mais inteligente: uma oportunidade para o setor ferroviário
Em 2009, o setor ferroviário global vai ter que se esforçar para atender à crescente demanda por transporte de cargas e passageiros. Embora seja natural que as empresas se protejam em épocas de dificuldades econômicas, isso é, na verdade, o oposto daquilo que os executivos ferroviários deveriam fazer nos dias de hoje. Este relatório explica por que esta é a hora de investir na criação de inovações reais em um setor que precisa se lançar à frente para atender às necessidades do século 21.
As ferrovias sempre fizeram parte de um sistema mais amplo – no início do século 20, as ferrovias até mesmo ajudaram a pavimentar as rodovias que conectavam às ferrovias as fazendas, os comerciantes de commodities e outros viajantes. No século 21, as empresas ferroviárias continuam a colaborar, estendendo as suas redes através de uma ampla gama de infraestruturas de transporte, incluindo agências de viagens, fornecedores, provedores de serviços de logística, transportadores intermodais, agências regulatórias e clientes.
Transportes mais inteligentes 

A pesquisadora Laura Wynter, da IBM, discorre sobre como a IBM está trabalhando para construir ferrovias mais inteligentes em alguns dos sistemas de trânsito mais complexos que existem no mundo, estabelecendo parcerias com a rede ferroviária da Holanda, a linha de alta velocidade de Taiwan e o metrô de Guangzhou, na China, para melhorar o transporte de milhões de passageiros a cada dia.

As ferrovias precisam se tornar ainda mais instrumentadas. Hoje, dispositivos de linha monitoram assinaturas acústicas e temperatura das rodas na maioria das ferrovias americanas e em algumas na Europa. Etiquetas de RFID, lidas por infraestruturas fixas ao lado da linha, ajudam a identificar os vagões, enquanto redes wireless e sistemas de vídeo monitoram ativos nas estações. Mas novos modelos e práticas de negócio estão entrando em uso. Passageiros podem vir a ser cobrados com base no uso real. A manutenção pode ser iniciada com base em predições acuradas das necessidades, em vez de em programas regulares. E sistemas avançados de câmeras de vídeo podem proporcionar maior segurança para passageiros, material rodante e cargas.
Redes ferroviárias são um dos exemplos mais antigos de sistemas interconectados, mas hoje existem enormes oportunidades de melhoria. Bloqueios programados podem gerar uma maior utilização dos ativos e da capacidade de transporte tanto de cargas quanto de passageiros. Redes mais amplas de linhas de alta velocidade para passageiros – com sistemas integrados de horários, emissão de bilhetes e serviços – estão sendo desenvolvidas na Europa e na China, apesar de os fabricantes de sistemas ferroviários europeus e canadenses estarem olhando, além de seus já mais maduros mercados, para ambiciosos projetos ferroviários no Qatar, Kuait, Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos
Colocar todos esses dados e processos em funcionamento vai exigir uma infraestrutura de transportes incomensuravelmente mais inteligente. As vantagens, no entanto, fazem da ferrovia a opção de transporte do futuro. Sistemas móveis de monitoramento vão dar mais inteligência às ferrovias através da captura contínua, em tempo real, e da análise de dados críticos, tais como a saúde do material rodante, bem como de dados operacionais, desde a verificação de manifestos até as condições da carga e a detecção de intrusos. Sensores nos vagões vão enviar mensagens com base em modelos decisórios e análise de dados. Rotinas autonômicas vão, então, distribuir as informações da maneira mais apropriada, despachando serviços, encomendando peças, programando manutenções e fazendo diagnósticos remotos. No futuro, essas tecnologias móveis poderão reduzir a necessidade de infraestruturas fixas ao longo da linha, dando às ferrovias a flexibilidade e capacidade de resposta de que elas precisam para tomar decisões relacionadas à escala das tripulações, à adição ou retirada de vagões e à integração do transporte de passageiros e cargas de forma mais harmoniosa, com muito menos atrasos.
Tudo isso não vai acontecer sem investimentos e sem o estabelecimento de prioridades claras. Mas, ferrovias mais inteligentes podem criar, para as companhias ferroviárias, grandes vantagens competitivas no sistema da infraestrutura de transportes. Ferrovias mais inteligentes podem reduzir os custos associados à incorporação de novas linhas e material rodante, mesmo quando tenham que aumentar os seus serviços, em um ambiente de capacidades limitadas. E, ao assumir o transporte de mais carga e mais passageiros, as ferrovias mais inteligentes podem reduzir os congestionamentos e aumentar a segurança nas rodovias – o que vai reduzir também as emissões de carbono.
No século 19, as ferrovias forneceram transporte para a Revolução Industrial. Agora, prontas para se tornar mais instrumentadas, mais interconectadas e mais inteligentes, elas terão um papel importante a cumprir na construção de um planeta mais inteligente.









Rede Elétrica Inteligente

A eletricidade sempre alimentou o trabalho dos computadores. Agora, com redes elétricas inteligentes, os computadores estão devolvendo o favor.
  
Estórias sobre o recurso de Rede Elétrica Inteligente

Analítica, gerenciamento de ativos e outras tecnologias estão tornando as turbinas eólicas mais inteligentes, adicionando dinamismo a esse segmento de mercado em rápido crescimento.

 
 

Os segmentos de mercado de energia e de automotivos estão se preparando para fazer uma longa viagem em direção à mobilidade eletrônica.

 

 

Obtenha as opiniões mais recentes sobre estratégias e soluções para segurança da rede elétrica inteligente.





Energia em números: os doze membros da Global Intelligent Utility Network Coalition (Coalizão Global de Rede Inteligente de Concessionárias de Energia Elétrica) avançam a rede elétrica inteligente ao redor do mundo

Em 2007, a IBM formou uma coalizão de empresas de fornecimento de serviços públicos para acelerar o uso de tecnologias de rede elétrica inteligente e movimentar o segmento de mercado em direção à sua transformação mais desafiadora.A Global Intelligent Utility Network Coalition (Coalizão Global de Rede Inteligente de Concessionárias de Energia Elétrica) quer mudar o modo como a energia é gerada, distribuída e usada, adicionando inteligência digital aos sistemas atuais para reduzir interrupções e falhas, gerenciar demanda e integrar fontes renováveis de energia, como vento e força elétrica.
Hoje a Coalizão é formada por doze membros que fornecem energia a quase 100 milhões de consumidores em todo o mundo. Cada empresa prestadora de serviços públicos agrega um conhecimento exclusivo. Por exemplo, a DONG Energy da Dinamarca é líder em energia renovável, extraindo 20% de sua energia do vento, e está trabalhando para gerar 50% de sua energia com recursos de CO2 neutro até 2020. E a NDPL da Índia oferece a perspectiva de fornecer energia para um mercado emergente, onde a confiabilidade e o total acesso à eletricidade ainda são um desafio.

A Coalizão compartilha ideias e boas práticas através de reuniões pessoais e interações virtuais, avalia o desempenho de seus esforços, compartilha conhecimento sobre questões críticas e realiza iniciativas colaborativas.Por exemplo, o bem sucedido Centro de Demonstração de Rede Elétrica Inteligente da CenterPoint Energy deu à Country Energy o insight de que precisava para criar seu próprio centro em Queensbeyan, na Austrália.
O primeiro esforço colaborativo da Global Intelligent Utility Network Coalition (Coalizão Global de Rede Inteligente de Concessionárias de Energia Elétrica) foi a criação do modelo de Maturidade de Rede Elétrica Inteligente (US), que tem sido usado por mais de 60 concessionárias de energia elétrica de todo o mundo para avaliar onde estão e planejar seu próprio programa de rede elétrica inteligente. Ele foi doado recentemente ao Carnegie Mellon's Software Engineering Institute para uso pelo segmento de mercado. Outras colaborações estão focadas no impacto da rede elétrica inteligente nas mudanças climáticas, perspectivas dos consumidores, padrões e interoperabilidade e possíveis modelos regulamentares futuros. 

Durante décadas, não precisamos pensar muito na energia elétrica

Até que ela caía. E, então, você não pensava em outra coisa... até que ela voltava. Hoje, não é mais assim.
Mudanças climáticas, preços crescentes e avanços tecnológicos, tudo isso são forças que vêm redesenhando a maneira de pensar dos consumidores, transformando muitos deles de pagantes passivos em clientes altamente informados, ambientalmente conscientes e que querem desempenhar um papel quanto ao uso da energia. E, agora, com a emergência de tecnologias que tornam possível a existência de redes inteligentes, as empresas podem fornecer aos seus clientes as informações e os meios de controle de que eles precisam para mudar os seus padrões de comportamento e reduzir o uso de energia e seus custos.

Entrando na era digital

A IBM está ajudando as concessionárias a acrescentar às suas redes uma camada de inteligência digital. Essas redes inteligentes utilizam sensores, medidores, controles digitais e ferramentas analíticas para automatizar, monitorar e controlar os fluxos bidirecionais de energia em suas operações – da usina de geração até a tomada. Uma concessionária de energia elétrica pode hoje otimizar a performance de sua rede, prevenir quedas, restaurá-las com maior rapidez e permitir que os consumidores possam administrar o seu consumo de energia relativo a cada aparelho em sua rede doméstica. 

Redes inteligentes podem ainda incorporar novas energias sustentáveis, como aquelas de geração eólica e solar, e interagir localmente com fontes de energia distribuídas ou veículos movidos a eletricidade.


Fonte: IBM DO BRASIL http://www.ibm.com/smarterplanet/br/pt/smart_grid/ideas/index.html