quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Google+ versus Facebook: qual é o melhor para os negócios?


Especialistas apontam que Facebook leva vantagem na briga, mas que a Google poderia encontrar nichos empresariais para deslanchar.


Desde que a Google abriu a possibilidade de negócios criarem páginas no Google+, há duas semanas, passou a disponibilizar ferramentas básicas para que companhias entrem nessa rede.

Enquanto os analistas da indústria acreditam que o Google+ Pages poderá encontrar um nicho lucrativo no mundo de redes sociais entre os usuários corporativos, por enquanto há uma percepção de que o Facebook pode superar o Google+ quando se trata de fornecer às empresas um lugar para atingir o coração dos clientes.

"Acredito que a Google vem tentando encontrar equilíbrio entre responder rapidamente a uma grande demanda do mercado - o apoio à presença comercial no Google+ Pages - versus disponibilizar uma oferta mais completa ao mercado", aponta Ray Valdes, analista do instituto de pesquisas Gartner. "A gigante de buscas escolheu não esperar até que o Google+ Pages ganhe características importantes, mas secundárias, como transferências de conta e suporte a arquivos de áudio. “Esse setor caminha rapidamente, e a Google não se deu ao luxo de esperar até que a oferta estivesse totalmente completa”, acrescenta o executivo.

Por enquanto, há uma lista de recursos que o Google+ Pages não conta, incluindo a capacidade para que as empresas ofereçam promoções ou cupons, bem como a possibildiade de hospedar concursos ou sorteios. Empresas em páginas do Google+ também não podem vender produtos. Muitos desses recursos estão disponíveis no Facebook e, agora, os usuários os querem no Google+ Pages.

Em julho, logo após a Google ter permitido a criação de páginas no Google+, o Facebook lançou o Facebook para Negócios, que basicamente é um guia para auxiliar empresas a usar recursos do Facebook direcionados para os negócios, social plug-ins e anúncios.

O Facebook deixou claro que queria fisgar as empresas e tirou vantagem da demora do lançamento do Google+ Pages. Agora, meses depois, analistas do mercado dizem que é evidente que o Google+ ainda precisa amadurecer. De acordo com Valdes, o Google+ Pages é um bom começo e a empresa irá completar a oferta nos próximos meses. 

“No momento, o Facebook tem uma oferta mais completa, mas tudo isso pode mudar rapidamente. Google e Facebook não são escolhas excludentes. Muitas empresas têm um blog e um Twitter e uma página no Facebook. Agora, uma parte deles irá adicionar uma página no Google+”, diz Valdes.

De acordo com ele, alguns pontos estão posicionando a ferramenta da Google positivamente. “Muitas empresas estão inseridas no mundo da rede social e enxergam com bons olhos a audiência da Google”, aponta. “Se a Google adicionar processos para aprimorar a solução, será realmente útil e valiosa para as companhias”, completa.

Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group, disse que ainda há espaço para a Google tornar-se a ferramenta que estará no topo das estratégias sociais das organizações. Mas primeiro, diz, precisa sanar os problemas dos usuários têm notado nos últimos dias.

"Existem algumas limitações reais nas páginas voltadas para o setor corporativo do Google+ que tornam mais difícil para as empresas usar a solução da maneira que quiserem. Esse quadro pode reduzir significativamente a adoção", avalia. "Por exemplo, apenas uma única pessoa pode gerenciar a conta, por isso ou o indivíduo será responsável pela página da empresa ou terá de compartilhar os dados de login e senha com várias pessoas. Isso não é recomendado."

Ao analisar esses pontos, de acordo com Olds, o Facebook tem vantagem quando se trata de rede social mais alinhada às empresas. Mas ele espera que a Google trabalhe para mudar esse cenário. Pro outro lado, diz, nenhuma ferramenta é “tudo para todos”.

Valdes espera ver, nas próximas atualizações do Google+, mais integração com outros serviços do Google, como a ferramenta de busca. Nas últimas semanas, a Google afirmou que é exatamente essa a ideia que tem daqui para frente. Em setembro, o CEO da Google, Larry Page disse que quer "transformar" a empresa, integrando seus diversos serviços com o Google+.

Não há dúvidas, aponta o analista, de que a Google deu um enorme passo nessa direção em outubro quando anunciou que tinha integrado o Google+ com o Google Apps, um pacote de aplicativos corporativos baseado em nuvem.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Os Fantasmas se divertem: No Serviço Público

Certamente uma das piores categorias do Serviço Público. Eles dão risadas nas nossas caras.


Funcionários Fantasmas no Serviço Público. Não meu amigo, não pense que são Instituições mal assombradas, Ou são? Bem, na verdade são, mas não literalmente por fantasmas, e sim por almas sebosas feitas de carne, osso e DESONESTIDADE. Esses espíritos imundos se aproveitam muitas vezes da aproximação política com os governantes (em âmbito nacional/estadual, mas aparentemente muito mais comum em cidades interioranas) para conseguir “benefícios” para sua pobre alma – e os governantes, mais imundos ainda, concedem. É algo tipo receber sem trabalhar, ter mais de um cargo comissionado trabalhando só em um, mas recebendo pelos dois, é claro. Muitos, não satisfeitos com os privilégios, conseguem as vantagens também para o cônjuge, o filho, o sobrinho, o vizinho da avó e por aí vai, não importa aqui o grau de parentesco, e sim a troca de favores.

Eu sinto verdadeiro desprezo por pessoas que se envolvem em esquemas como estes. São detestáveis, abomináveis, execráveis. Vamos contratar os Caça Fantasmas, chamar o padre Quevedo, ou um exorcista para expulsar esses encostos em nome de Jesus. Amém!

Olha, realmente não há comparação melhor viu, é um verdadeiro filme... de terror. Até quando esses fantasmas continuarão a assombrar o serviço público nesse País? Até quando meu Deus?

REPORTER NARRA CONVERSA COM UM SEGURANÇA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS:

Não faz muito tempo, um segurança da Câmara, disse-me: "Por que você não encara uma reportagem para mostrar isso aqui?"

Ele referia-se a enorme quantidade de funcionários-fantasmas da Casa.

E dava-me uma dica que não precisava porque já conhecia bem a história: "Fique aqui neste ponto de ônibus ao lado do Anexo III. Você vai ver a quantidade de gente que chega somente para assinar o ponto".

Ele tinha razão.

Trabalhei no Anexo IV da Câmara, um prédio de dez andares ao lado do edifício principal.

No andar onde exercia função de assessor de imprensa, víamos os fantasmas chegarem por volta das 19 horas para assinar o ponto.
É para ganhar hora extra!!!

Todos os que trabalham em cada andar do prédio sabe identificá-los porque eles não estão ali nos horários de expediente.


Na Câmara dos Deputados, por exemplo, a contratação desses fantasmas serve para engrossar os rendimentos dos parlamentares.


No ano passado, li reportagem numa revista semanal sobre um deputado que engavetou processo contra um colega no Conselho de Ética, como relator.


E este relator - a revista não apurou - foi personagem de matérias em dois jornais, justamente por contratar fantasmas em seu gabinete.


Como o caixa dois para despesas de campanha eleitoral alegado por Jaqueline Roriz, para justificar imagens, em que aparece ao lado do marido recebendo R$ 50 mil, os fantasmas estão integrados ao dia a dia do Congresso Nacional e da Câmara Legislativa.

Quem trabalha de verdade não denuncia para não sofrer retaliação.

No caso do deputado relator que engavetou processo contra um colega, ele tinha até uma dona de barraquinha de comida nas imediações do Congresso como servidora de seu gabinete.

Esse é o tipo de mal que precisa ser arrancado pela raiz. 

Até onde a vista alcança, nada será feito.

Pode-se se punir um aqui outro acolá, mas pelo jeito o risco vale a pena.

E daí!!?? Denuncie o Fantasma, que mora ao seu lado... que está ao seu lado... ele é um câncer, que mata... Eles estão em todos os lugares (Bares, Jornais, Empresas, Casa, etc.), menos no lugar, que deveriam estar. #ficadica.

Antonio Décio Ferreira Coelho é Analista de Sistemas, The Facebook Developer, Contabilista e Especialista em Gestão Pública. Email: adfcoelho@gmail.com

2012: como serão os smartphones?


Celular do futuro terá processadores quad-core, NFC e telas incríveis, mas ainda não sobreviverá muito tempo longe da tomada.


Desde o advento do primeiro smartphone moderno (o iPhone original, apresentado em 2007), o poder desses dispositivos de computação móvel que, por coincidência, também fazem ligações, decolou de maneira impressionante. Processadores fracos deram lugar a poderosos quad-cores, as câmeras desses aparelhos são tão capazes quanto muitas point-and-shootsdo mercado e a resolução da tela desses celulares excede os limites do olho humano ao distinguir pixels separados. 
Mas isso não significa que não exista mais espaço para inovações em 2012. Separamos alguns tópicos que devem ser explorados pelos fabricantes nos modelos dos próximos anos: 
Chegada dos processadores quad-core

Como 2011 foi o ano dos dual-cores, próximo trará os processadores quad-core para os smartphones. O Nvidia Tegra 3 promete ser até cinco vezes mais rápido do que seu antecessor, o Tegra 2, que foi apresentado este ano. Enquanto isso, a Qualcomm planeja lançar o Snapdragon, com velocidade de até 2.5GHz, e o Adreno, procesasdor quad-core voltado para Games

Surge o NFC
Near-field Communication (ou comunicação por proximidade) é a tecnologia que permite que o usuárioa proxime o celular em um dispositivo, que funciona como uma máquina de cartão de crédito (o método é a mesmo utilizado pelo Bilhete Único, em São Paulo). Para que isso aconteça, as fabricantes de dispositivos e as operadoras precisam inserir capacidades de NFC nos aparelhos para permitir as transações, e as companhias de cartão de crédito precisam criar maneiras de gerenciar a movimentações e as lojas adquirirem equipamentos compatíveis com a tecnologia. A partir do ano que vem, as coisas devem começar a andar mais rapidamente. 

Google Wallet foi o tiro de partida desse segmento, porém deverá enfrentar forte competição em 2012. As operadoras estrangeiras desenvolveram um plano de pagamento próprio via NFC, chamado Isis, e há rumores de que a Apple deve equipar os futuros iPhones com a tecnologia; a o BlackBerry Bold 9900 da RIM, por exemplo, já conta com NFC integrado. Não espere que isso vá matar os cartões de crétdito no ano que vem, mas espere esse método de pagamento se tornar muito mais popular entre os clientes. 
Telas com resolução 720p: um padrão
O Samsung Galaxy Nexus e o HTC Rezound estão entre os primeiros smartphones a apresentar telas com resolução de 720p (1280x720 pixels). Ano que vem, essa configuração se tornará padrão para os smartphones de alto padrão, e os fabricantes terão que quebrar a cabeça para encontrar maneiras de colocar essa quantidade de pixels em telas menores do que o visor de 4.3 polegadas do Rezound, por exemplo. O resultado deve ser belíssimas telas, nas quais será impossível enxergar os pixels separadamente. 

LTE em toda parte
O ano de 2011 foi experimental para o 4G LTE, que oferece um ganho de velocidade grande em relação às redes 3G. Apesar da Verizon ser pioneira nesse tipo de conexão, os primeiros smarphones LTE oferecidos pela prestadora - o HTC ThunderBolt e o Samsung Droid Charg - tinham especificações técnicas inferiores, e mesmo os aparelhos mais novos consumiam bateria de forma exagerada quando o LTE era ligado. Lá fora, a AT&T está largando apenas agora, e a Sprint deve aparecer nesse cenário no início de 2012, logo, em determinado momento, o LTE se tornará comum entre os smarphones mais modernos. Vamos esperar que os fabricantes e operadores possam encontrar meios de evitar as perdas expressivas de bateria. 

Vamos falar com celulares
Acompanhando o lançamento do Siri no iPhone 4S, não há dúvidas que o Google e a Microsoft não comecem a apresentar opções de controle por voz em suas plataformas móveis.  Como existe uma chance mínima de que a Apple abra o assistente pessoal para aplicativos terceirizados em 2012, é mais provável é que a companhia expanda a funcionalidade do recurso e apresente outras novidades até o fim do ano.  

Muito mais, pagando menos
Ao mesmo tempo que a tecnologia de ponta avança, o mesmo acontece com equipamentos médios. Nos EUA, por exemplo, o iPhone 3GS pode ser adquirido gratuitamente, a partir de um contrato de dois anos com a AT&T; sendo assim, haverá uma competição acirrada na margem de 0 a 50 dólares, e não apenas com a plataforma do Google, mas também com Windows Phones também. O próprio Steve Ballmer, CEO da Microsoft, previu que “os celulares mais baratos serão os com Android, e temos que procurar maneiras de reduzir o preço de nossos aparelhos”. 

A batalha pelo celular pré-pago vai esquentar
Mesmo que a luta pela superioridade dos smatphones envolva principalmente as maiores operadoras, um embate separado está começando a se intensificar no front dos “aparelhos sem contrato”. No exterior, a partir da Virgin Mobile e a T-Mobile, há ótimos aparelhos Android que podem ser adquiridos a taxas de 35 e 30 dólares por mês, respectivamente. O Motorola Triumph e o Samsung Exhibit II 4G  devem entrar em guerra a partir do ano que vem, colocando essas suas operadoras pré-pagas em embate furioso. 

Realidade aumentada
Este é outro recurso que foi visto muito pouco em alguns apps, entretanto Ramon T. Lamas do IDC aposta que essa ferramenta terá forte presença no futuro, fazendo parte do dia a dia dos celurares do futuro, e não limitada apenas a aplicativos como o Google Goggles ou o navegador Layar.

Já encontramos um pouco dessa abordagem como a busca visual do Bing, que é integrada à plataforma do Windows Phone 7. Caso você esteja viajando ou apenas explorando sua cidade, por exemplo, é possível apontar o celular para os arredores e fazer com o que aplicativo mostre uma camada que indica quais são os pontos turísticos próximos. 
Bateria: sem muitas novidades
Enquanto que os smarphones continuarão a melhorar de maneira notável em relação a poder de processamento, a vida útil de bateria verá pouco progresso. Os maiores avanços tecnológicos  que poderiam manter os usuários longe das tomadas por mais de um dia ainda estão nos laboratórios, sendo assim a única esperança para a bateria depende da otimização. Os processadores quad-core Tegra 3 da Nividia, por exemplo, possuem um quinto núcleo escondido, que consome uma quantidade muito pequena de bateria e cuida de tarefas básicas, enquanto que o Motorola Droid Razr pode desligar funções de alto consumo de bateria para conservar a carga. Por enquanto pelo menos, uma bateria de 24 horas continua um sonho distante.