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terça-feira, 12 de março de 2013

Cloud: 50 melhores serviços para funcionários de sua empresa

Além de populares, eles são considerados seguros, segundo o monitoramento feito pela SkyHigh Networks


A SkyHigh Networks, empresa que ajuda as empresas a descobrirem o que os funcionários de serviços em nuvem estão usando, acaba de elaborar a lista dos 50 melhores serviços que os funcionários dessas empresas clientes usam.  A maior surpresa é que os funcionários estão usando toneladas de serviços diferentes para armazenar e compartilhar arquivos on-line, mostrando que existe uma demanda enorme para esses serviços - sem um player dominante, ainda.
O serviço da Skyhigh , que se tornou amplamente disponível no final de fevereiro, tem apenas 15 clientes-piloto no momento, mas alguns deles, como a GE e a Cisco, são grandes. Nas suas estimativas, monitora diariamente cerca de 500 mil usuários finais. 
Aqui estão as dez melhores serviços que essas pessoas estão usando:
1. Facebook (rede social) 
2. Dropbox (compartilhamento de arquivos) 
3. Google e-mail (e-mail) 
4. ICloud da Apple (compartilhamento de arquivos) 
5. LinkedIn (rede social de recrutamento,) 
6. Disqus (comentários) 
7. Salesforce (CRM) 
8. Amazon Web Services (plataforma para aplicações web) 
9. Hotmail (e-mail) 
10. Box.net (compartilhamento de arquivos)

Três dos top 10 (e 10 do top 50) são serviços que permitem o armazenamento e o compartilhamento de arquivos. O que mostra que os trabalhadores estão muito interessados ​​em compartilhar documentos, seja com outras pessoas ou com dispositivos móveis.
Três desses serviços de armazenamento e compartilhamento são pouco conhecidos: o 4shared (que aparece na décima sétima posição), o CloudFiles Rackspace (número 39), e o Screencast (número 50), mostrando que há muitos novos operadores neste segmento popular de mercado.
Outros serviços populares que me surpreenderam foram o Disqus, o serviço  de comentários (usado inclusive aqui na CIO), o Hotmail (que aparece  à frente do Twitter) e a AOL, na vigésima posição.
A Skyhigh também procura manter os clientes informados sobre os motivos que deveriam preocupá-los com o uso de determinadas aplicações. Por exemplo, segundo a empresa, o auto-sync e falta de controle sobre o  iCloud pode levar a vazamentos acidentais de dados.
Skyhigh insiste que seu objetivo não é limitar o uso dos serviços online, mas "permitir que as empresas tenham informações sobre os hábitos online de seus funcionários para que  possam evitar o uso de serviços considerados de alto risco", afirma Rajiv Gupta, CEO da Skyhigh . "Queremos permitir que digam sim para algusn serviços, em vez de dizerem não para todos."
Segundo Gupta, a maioria de suas clientes acredita que seus funcionários usem cerca de 40 aplicativos, quando na verdade eles fazem uso de aproximadamente 200.

Além de serviços de monitoramento e de alertas para os riscos de segurança, a Skyhigh também permite que os administradores de TI apliquem políticas para limitar o acesso por parte dos usuários finais.
A Skyhigh se junta a uma série de empresas que tentam atacar a gestão de APPs. Os funcionários estão gravitando para os serviços móveis, na nuvem, fáceis de usar,  que os ajudem a ser mais produtivos, mas alguns departamentos de TI querem garantir que esse uso não provoque vazamentos de  dados confidenciais.
Tradicionais fornecedores de gestão de dispositivos móveis, como aZenprise , que foi adquirida pela Citrix , e arWatch, estão adicionando ferramentas de gerenciamento de aplicativos para seus serviços para atender a essa necessidade.
Completam a lista do 50 serviços de clod mais usados por funcionários das empresas clientes da Skyhigh esses 40 serviços:
11. Amazon S3 (hospedado e armazenamento de dados para aplicações web) 
12. Google Apps (produtividade e compartilhamento de arquivos) 
13. Evernote (anotações) 
14. Twitter (rede social) 
15. Microsoft Office365 (produtividade e compartilhamento de arquivos) 
16. 4shared (compartilhamento de arquivos) 
17. A Oracle RightNow (atendimento ao cliente) 
18. EMC Mozy (backup) 
19. AOL (conteúdo, comunicações) 
20. Sourceforge (código de gerenciamento) 
21. Netsuite (financeiros) 
22. Marketo (automação de marketing) 
23. Flickr (compartilhamento de fotos) 
24. Verisign Geotrust (certificados SSL) 
25. Google Analytics (web analytics) 
26. Yousendit (compartilhamento de arquivos) 
27. New Relic (web Application Performance Management) 
28. Oracle Taleo (gestão de talentos) 
29. Slideshare (apresentações) 
30. Workday (RH e financeiro) 
31. Carbonite (backup) 
32. DocuSign (assinatura de documentos) 
33. Prezi (apresentações) 
34. Typekit (incorporação de fontes) 
35. Skype (videoconferência) 
36. SlideRocket (apresentações) 
37. Github (gerenciamento de código) 
38. CloudFiles Rackspace (armazenamento online e compartilhamento de arquivos) 
39. SugarSync (compartilhamento de arquivos) 
40. Pagerduty (on-line de TI da expedição) 
41. Bitbucket (gerenciamento de código) 
42. Intuit Quickbase (financeiros) 
43. Constant Contact (gerenciamento de lista de e-mail) 
44. Xobni (gestão de e-mail) 
45. Snapfish (impressão digital da foto) 
46. Spiceworks (TI grupo de discussão e respostas) 
47. Olark (bate-papo ao vivo com os clientes) 
48. Symantec Brightmail (e-mail filtragem) 
49. Addthis (social bookmarking) 
50. Screencast (compartilhamento de arquivos)
 Vejam mais http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2013/03/07/cloud-50-melhores-servicos-para-funcionarios-de-sua-empresa/

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Carreira: analista de negócios em TI está em alta nas empresas

Esse tem sido considerado pelo mercado o emprego mais quente em tecnologia da informação atualmente. Veja dicas para seguir essa carreira.



Puristas em tecnologia podem tremer o que poderá ser a vingança dos ternos. O motivo? Vinte e três por cento das companhias entrevistadas pelaCOMPUTERWORLD americana na pesquisa Forecast 2012 disseram que planejam contratar profissionais com capacidades analíticas nos próximos 12 meses. No ano passado, apenas 13% responderam que buscariam esse tipo de talento.

"Analista de negócios de TI" também foi classificado no ano passado pela revista Money Magazine como uma das top 12 carreiras para seguir. De acordo com a publicação, o salário médio para essa posição é de 83,1 mil dólares nos Estados Unidos. A partir de 2011, os salários aumentaram 1,4%.

Enquanto a tecnologia pura está praticamente em declínio - os administradores de banco de dados, programadores e desenvolvedores da web também figuram na lista da Money Magazine - os analistas de negócio estão sendo vistos por mais e mais empresas como uma função essencial. "É um dos papéis mais importantes em tecnologia da informação", diz Allen Hackman, diretor sênior de TI no Tyco International, empresa de segurança.

A ascensão do analista de negócios reflete as mudanças no mundo de TI, diz Hackman, que afirma que a popularidade do software como serviço (SaaS) e da comoditização da tecnologia em geral têm feito analistas de negócios mais importantes. "Você não precisa de TI para implementar Salesforce.com, por exemplo", observa. 

"Mas como posso aplicá-la, como faço para atender a minha necessidade de negócio, como faço para levar as pessoas a usá-lo? Essas são perguntas que devem ser feitas ao analista de negócios”, esclarece. "O que o departamento de TI realmente precisa é de um analista de negócios", observa.

Para ele, CIOs e gerentes de TI têm de mudar a mentalidade sobre analistas de negócios. "A antiga visão do analista júnior era alguém que iria tomar notas e fazer uma ordem detalhada do negócio, construir uma lista de materiais para um projeto etc", diz Mark P. McDonald, analista do instituto de pesquisas Gartner. “Agora, o analista de negócios ganha um papel de alto solucionador de problemas.”

O que mudou desde os tempos do analista júnior que tinha papel de anotador? McDonald pontua três alterações:
1. As organizações enfrentam questões mais complexas, e a TI deve ajudar a empresa a desenhar vários tipos de tecnologias para resolver os desafios de negócios.
2. TI está se tornando cada vez mais comoditizada e mais terceirizada, e como isso seu principal valor para a organização torna-se analítico e não mais processual. TI precisa agora mostrar ao negócio que pode alavancar a tecnologia de forma estratégica, elevando o papel do analista de negócios.
3. Ao contrário do resto da TI, analistas de negócios estão diretamente relacionados às unidades de negócio, mesmo que reportem às de tecnologia da informação. Analistas, portanto, são muitas vezes vistos como as principais fontes de conhecimento de TI na organização e tipicamente deverão ter habilidades sociais e de comunicação, diz McDonald.
Como resultado, concorda Hackman, analistas de negócios estão ganhando terreno nas companhias. "Você não pode terceirizar o conhecimento, a estratégia e o pensamento crítico", diz ele.

O que faz um bom analista de negócio?
E, afinal, quais credenciais essa figura deve ter? A Clorox espera que seus analistas de negócios sejam capazes de ajudar a criar requisitos do projeto olhando sob a óptica de negócios, escrevam cenários de teste e planos, gerenciem projetos, possuam conhecimento suficiente técnico para trabalhar bem com os desenvolvedores e levem conhecimento do negócio para os projetos de TI.

Não é o conjunto típico de habilidades do desenvolvedor, observa Linda Martino, vice-presidente de envolvimento com os negócios e entrega de aplicativos da Clorox, empresa de bens de consumo. Linda gerencia 30 analistas de negócios na Clorox. Ela diz que é mais comum na Clorox que os analistas vejam enxerguem a óptica dos negócios e aprendam com a TI. 

Muitos deles eram "superusuários", pessoas que já trabalhavam de forma confortável com a tecnologia que ficaram ainda mais interessados em TI e queriam fundir seus conhecimentos do negócio com a habilidade técnica. "Eles chegam a se tornar especialistas e ajudam a empresa a conquistar seus objetivos”, observa Linda.

Quando se trata de decidir onde os analistas devem se encaixar organizacionalmente, Linda acredita que é aconselhável para as empresas posicioná-los no departamento de TI, mesmo que consumam um bom tempo atuando na unidade de negócios. Uma razão para isso é que eles não podem ter um plano de carreira no lado do negócio, outra é a segurança do emprego.

Hackman diz que na Tyco ele conta com seis analistas de negócios. Eles fazem parte da equipe de TI, embora trabalhem alinhados aos negócios. O executivo afirma que eles funcionam como gerentes de projeto, servindo como ponto de contato para a solução de problemas de negócios e muitas vezes a execução do projeto.

O que os analistas querem? Variety
"Estou desenvolvendo muitos projetos e gosto de trabalhar com eles. Eu preciso de estímulo externo e resolução de problemas”, diz Kermit M. Smith, analista sênior de desenvolvimento de soluções no Carondelet Health Network/Ascension Health, provedora de TI que opera rede de hospitais.

Ao longo de sua carreira, Smith atuou entre TI e negócios. Atualmente, o executivo está trabalhando em um projeto eletrônico de registros de saúde que envolve a transferência de dados legados de dez anos para um novo sistema. 

Segundo ele, a maior de seu trabalho é ter certeza de que o sistema vai realmente ser usado por todos os profissionais de uma entidade de saúde. Para atingir esse objetivo, Smith consumiu um tempo para descobrir como ajustar o sistema por isso é mais útil e eficaz. A área voltada para diabetes, por exemplo, tem necessidades específicas, e algumas das telas do sistema têm de atender a essas necessidades ou então os profissionais vão criar barreiras para utilizar o sistema.

“Às vezes queremos complicar as coisas, quando tudo o que eles querem é cinco telas e um gráfico", admite Smith. "Um analista de negócios deve ter certeza de que estão liberando as informações corretas para os usuários certos e entender quais são suas necessidades."

O que um analista entrega? Perspectiva
No Northwest Exterminating, empresa norte-americana que atua no controle de pragas, o diretor de TI Matthew Metcalfe emprega um analista de negócios em tempo integral, mesmo que a organização seja pequena, com apenas três funcionários e alguns consultores de TI para apoiar cerca de 330 empregados.

Há quase um ano, Metcalfe contratou Amy Logan para atuar na área de negócios da companhia. A profissional era responsável pelo suporte de vendas, especificamente para auxiliar no gerenciamento de projetos de software. Agora, Amy trabalha do lado empresarial para estabelecer requisitos para projetos.

“Amy circula bem nas unidades de negócios e identifica os problemas que temos no software”, diz Metcalfe. "Ela vai até lá e nos aponta diversas melhorias que podem ser aplicadas”, completa. 

McDonald, do Gartner, diz que muitas vezes analistas de negócios vêm de infraestrutura operacional e funções dentro de TI e os benefícios para ambos os lados podem ser inúmeros.

Analistas de negócios eficazes aproximam TI dos negócios, identificam seus problemas e sugerem uma solução. Esse profissionais ajudam TI, adicionando conhecimentos sem a aquisição de infraestrutura. “Se suas contribuições forem aplicadas de forma adequada TI, a companhia ganha capacidade de agregar valor muito rapidamente", diz McDonald.
Considerando todos esses benefícios, diz ele, não é de se admirar que ambos os lados considerem o analista de negócios o trabalho mais popular na área de TI agora.

Cinco dicas para gerenciar TI por meio de analistas de negócios
1. Como você deve gerenciar o analista de negócios? "O mais importante é tentar mantê-los desafiados", diz Allen Hackman, diretor sênior de tecnologia da informação da Tyco International. 
2. Concentre-se nas habilidades das pessoas. O analista de negócios precisa desenvolver um forte relacionamento com os usuários, para que eles o consultem desde o início de um projeto. Mas não se esqueça de tecnologia. 
3. Proponha treinamentos com as unidades de negócios. Na Clorox, analistas de negócio podem participar de conferências sobre a coleta e a documentação de requisitos do projeto, mas também assistir a conferências que os empresários em suas especialidades participam, diz Linda. Da mesma forma, os analistas de negócios da Tyco participam de ambos os eventos de formação, como aulas de gerenciamento de projetos ou certificação PMI e palestras específicas do setor.
4. Mantenha o diálogo. A Clorox patrocina o que chama de "comunidades de prática". São equipes que se reúnem regularmente para discutir as melhores práticas, modelos e ferramentas com as pessoas que têm empregos semelhantes e a comunidade analista de negócios é uma das mais ativas, diz Linda. 
5. Considere cross-training. A Clorox também começou a utilizar essa estratégia para que os analistas possam trabalhar em todos os departamentos. A meta da empresa não é somente manter os analistas interessados, mas também ser mais flexíveis em sua capacidade de atender às necessidades de negócios.

    LEIA MAIS 
http://computerworld.uol.com.br/gestao/2012/07/13/analista-de-negocios-em-ti-esta-em-alta-nas-empresas/

terça-feira, 12 de junho de 2012

Serviços de TI crescem 3 vezes mais que o PIB no 1º trimestre

Atividade registrou uma taxa de expansão de 0,6%, enquanto o Produto Interno Bruto aumentou 0,2% entre janeiro e março, segundo dados do IBGE



As atividades dos serviços de tecnologia da informação no Brasil registraram no primeiro trimestre um aumento de 0,6%, três vezes mais que o Produto Interno Bruto (PIB), que foi de 0,2%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).


Para o presidente o Sindicato de Trabalhadores de Tecnologia da Informação (Sindpd), Antonio Neto, a expectativa é de que a economia recupere o fôlego e o setor de TI cresça ainda mais a partir de agosto, quando entra em vigor a nova alíquota do plano Brasil Maior. 

“Os incentivos do governo para manter o mercado de TI se mostram importantes neste momento. Já apresentamos crescimento acima do PIB, mas a partir de agosto as empresas vão crescer ainda mais”, diz ele. 

O plano Brasil Maior desonerou a folha de pagamento de 20% para 2,5% do faturamento das empresas que desenvolvem software e prestam serviços de TI. Em agosto, essa taxa cairá para 2%. “A economia das empresas pode chegar a um bilhão de reais e isso deve ser revertido em investimentos”, afirma Antonio Neto.