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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Profissionais preferem locais alternativos para trabalho remoto

Essa é a conclusão de um estudo, que diz ainda que 72% passam três dias ou mais por semana no seu centro empresarial favorito.




Uma pesquisa da ZZA Responsive User Environments, realizada a pedido da Regus, fornecedora de TI, acaba com o mito de que o trabalho flexível, ou remoto, significa necessariamente trabalhar de casa. O relatório, que combina dados de uma pesquisa feita com 17 mil grandes empresas, concluí que para 52% dos profissionais, centros empresariais, clubes, bibliotecas e áreas informais, como lanchonetes e cafeterias, por exemplo, são locais cada vez mais escolhidos para trabalhar remotamente.


Dos entrevistados ouvidos, 72% passam três dias ou mais por semana no seu centro empresarial favorito ou outro "terceiro lugar", como definiu a pesquisa os locais alternativos.  


A maioria dos entrevistados não quer trabalhar em casa e essa é a opção de profissionais de diferentes faixas etárias, aponta o estudo. Um local próximo e conveniente foi citado por 73% dos entrevistados como o maior benefício de se trabalhar em  um "terceiro  lugar".


De acordo com o levantamento, esses lugares alternativos possibilitam maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, menos estresse e maior produtividade do funcionário. E para as empresas, diminuição dos custos com a manutenção dos espaços de trabalho. “Trata-se ainda de uma tendência que torna o trabalho produtivo e estimulante”, afirma Mark Dixon, CEO da Regus.




LEIA MAIS http://computerworld.uol.com.br/gestao/2012/01/13/profissionais-preferem-locais-alternativos-para-trabalho-remoto/

10 tecnologias revolucionárias que prometem mudar o mundo

Máquinas que reconhecem a linguagem dos humanos e a interação com objetos 3D são alguns dos projetos que cientistas em todo mundo estão trabalhando.



Quem podia imaginar que há apenas alguns anos todos os cidadãos do mundo estariam conectados por meio da internet? Quem pensava que poderíamos entrar em contato com pessoas que estão a milhares de quilômetros por meio de um pequeno dispositivo chamado smartphone? Com o tempo, essas tecnologias passaram a fazer parte do dia a dia, mas um dia foram propostas revolucionárias que ninguém tinha ideia de que poderiam emplacar.

Hoje, a situação permanece a mesma e novos projetos que prometem mudanças disruptivas na forma como entendemos o mundo surgem, não só no campo tecnológico, como também na sociedade. Abaixo, veja uma lista de dez iniciativas que podem ser desenvolvidas no curto e médio prazos e que o alcance é imprevisível.

HoloDesk
Cientistas da área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Microsoft, composta por 300 pesquisadores e engenheiros, estão trabalhando em um projeto conhecido como HoloDesk que busca permitir que nossas mãos interajam com objetos virtuais em três dimensões. Para fazer isso, a solução usa uma tela que projeta uma imagem 2D na área de visualização, enquanto as mãos são reconhecidas pelo Kinect, tecnologia já usada no console Xbox 360.

PocketTouch
Outro projeto da Microsoft, nesse caso chamado de PocketTouch, busca permitir que uma pessoa trabalhe com um dispositivo de toque (como smartphone ou tablet) por meio da roupa ou tecidos similares a partir do reconhecimento de gestos do usuário, que é captado por meio de um sensor.

Vermeer
Há um terceiro projeto conduzido pela empresa de Steve Ballmer chamado Vermeer. A proposta gira em torno de uma imagem 3D que responde ao toque, um projeto intimamente relacionado com o HoloDesk. A solução utiliza dois espelhos parabólicos para criar uma imagem em três dimensões sem óculos que pode ser utilizada pelas capacidades, novamente, do Kinect.

Watson
Talvez o Watson seja a iniciativa mais conhecida e com futuro comercial claro no curto prazo. O Watson foi a joia da coroa do mundo de TI em 2011. Passou a ter esses status quando o supercomputador da IBM ganhou de humanos o game show Jeopardy. A tecnologia conta com uma inteligência artificial revolucionária que permite processamento de linguagem natural. A IBM já usa a tecnologia em várias soluções médicas para tratar o câncer e anunciou recentemente que deverá usar as capacidades do Watson em suas soluções de análise em tempo real para grande volume de dados.

Programmable friction 
A universidade British Columbia em Vancouver desenvolve o projeto da tecnologia. Trata-se de uma nova forma de resposta da tela de toque, usando pequenos discos mecânicos para vibrar o tablet ou o smartphone de modo que você sente o aparelho de maneira diferente, dependendo do que está fazendo com o dispositivo.

Robonaut
A Nasa e a General Motors estão trabalhando em um robô humanóide para ajudar os astronautas no serviços espacial. Seu nome é Robonaut 2 (R2) e as possibilidades são quase infinitas com ele. Atualmente, o robô está no espaço, maias especificamente na Estação Espacial Internacional.

Humvee convertible
O setor militar não está atrás no desenvolvimento de tecnologias inovadoras. A Defense Advanced Research Projects Agency desenvolve um Humvee [veículo de gurra] capaz de se mover tanto pelo ar, como pela estrada. O veículo tem quatro lugares, permitindo o uso de pequenas armas de fogo e pode rapidamente tornar-se um avião e voar sem o conhecimento específico da aeronáutica.

PC com energia solar
A Intel anunciou em setembro de 2011 que estava trabalhando em um processador de baixo consumo, eficiente o suficiente para ser carregado e executado a partir da energia solar. O projeto recebeu o nome de Claremont, um chip experimental que ainda não tem data de lançamento oficial ou qualquer planejamento para se tornar uma iniciativa comercial.

SuperHD
Os fabricantes Sharp e NHK trabalham em um padrão de alta definição chamada Super Hi-Vision que oferece resolução 16 vezes superior em comparação com o atual HD 1080 polegadas. Sua comercialização não deve acontecer antes de 2020.

Robo Dog 
Boston Dymanics e a mesma agência que está desenvolvimento o veículo Humvee estão criando um cachorro robô que deverá ajudar soldados a carregar cargas pesadas em locais remotos, como as montanhas do Afeganistão.

O cão será equipado com um motor de combustão interno com potência suficiente para suportar uso por 24 horas. Ao que tudo indica, a primeira versão desse sistema será apresentada ao longo de 2012.