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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

MEC reprova 38 Instituições em Mato Grosso


50 mil vagas serão cortadas em 2012 em todo País
Trinta e oito instituições de ensino superior em Mato Grosso foram reprovadas pelo MEC (Ministério da Educação) por avaliações ruins no IGC (Índice Geral de Cursos), indicador que leva em conta a nota dos alunos no Enade (exame federal) e outros indicadores como infraestrutura e qualidade do corpo docente-- veja a relação ao final de reportagem.
A lista foi publicada hoje no “Diário Oficial da União” e consta 683 instituições de todo o país. O índice tem notas que vão de 1 a 5, e são consideradas insatisfatórias as médias 1 e 2. Foram avaliadas 2.176 universidades, faculdades e centros universitários.  Todas as 38 instituições em Mato Grosso tiveram média 2.
As 683 instituições com notas baixas vão passar por supervisão do governo federal e podem ser alvo de medidas que vão do arquivamento de pedidos de abertura de novos cursos até o descredenciamento.
Por outro lado, as 158 instituições bem avaliadas (IGC 4 ou 5) que têm algum pedido de abertura de novos cursos em tramitação no MEC poderão ter autorização automática, sem necessidade de visitas.
O baixo desempenho levou o ministério a cortar 50 mil vagas. O corte será nas áreas da saúde, de administração e ciências contábeis. O Ministério da Educação adiantou que medicina terá 446 vagas fechadas e que o curso mais atingido deve ser enfermagem --o detalhamento das instituições que terão vagas fechadas será divulgado na próxima semana.
"Junto com a expansão (da oferta de vagas) é preciso medidas saneadoras para corrigir cursos em instituições que estejam saindo da rota da qualidade", disse o ministro Fernando Haddad.
Esse contingenciamento será feito a partir de janeiro de 2012 e envolve cursos que apresentaram conceitos 1 e 2 no CPC (Conceito Preliminar de Curso), considerados insatisfatórios.
Além do Enade, são avaliados indicadores como a titulação dos professores. O resultado 3 é razoável e o 4 e o 5, bons.
Nenhum desses cursos será fechado inicialmente. No entanto, uma entidade que oferecia 200 vagas, por exemplo, passará a oferecer 100 a partir do próximo ano. Haddad afirmou que a melhora no ensino através da redução na oferta foi constatada na área de medicina, que vem passando por um processo de supervisão nos últimos anos.
"Em 95% dos casos de medicina, o ajuste quantitativo e o plano de saneamento foram na medida certa para que a qualidade melhorasse".
Os cursos que terão vagas reduzidas serão avaliados pelo período de um ano. Caso não apresentem melhora, podem então passar por um processo de fechamento.
Em 2010 foram avaliados os bacharelados em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional e zootecnia, e os cursos superiores de tecnologia em agroindústria, agronegócios, gestão ambiental, gestão hospitalar e radiologia.
INSTITUIÇÕES REPROVADAS EM MATO GROSSO
Centro Universitário Cândido Rondon (Unirondon)Centro Universitário de Várzea Grande (Univag)Faculdade AfirmativoFaculdade Católica Dom Aquino de CuiabáFaculdade Católica Rainha da Paz de AraputangaFaculdade CuiabáFaculdade de Administração de Alta FlorestaFaculdade de Campo VerdeFaculdade de Ciências Agrárias e Exatas de Primavera do LesteFaculdade de Ciências Contábeis de Alta FlorestaFaculdade de Ciências Humanas e Biológicas E da SaúdeFaculdade de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas do AraguaiaFaculdade de Ciências Jurídicas, Gerenciais e Educação de SinopFaculdade de Ciências Sociais AplicadasFaculdade de Ciências Sociais Aplicadas de SinopFaculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Vale do São LourençoFaculdade de Ciências Sociais e Humanas Sobral PintoFaculdade de ColiderFaculdade de Direito de Tangará da SerraFaculdade de Educação de Alta FlorestaFaculdade de Educação de Tangará Da Serra Faculdade de Estudos Sociais de Barra do GarçasFaculdade de Informática de CuiabáFaculdade de Quatro MarcosFaculdade de SorrisoFaculdade de Tecnologia do Vale do AraguaiaFaculdade La Salle
Faculdade São Francisco de AssisFaculdade SinopFaculdades Integradas de DiamantinoFaculdades Integradas de RondonópolisFaculdades Integradas de Tangará da SerraFaculdades Integradas de Várzea GrandeFaculdades Integradas Desembargador Sávio Brandão (Fausb)Faculdades Integradas Mato-Grossenses de Ciências Sociais E HumanasFaculdades Resende de FreitasFaculdades Unidas do Vale do AraguaiaInstituto Cuiabá de Ensino e CulturaUnião de Ensino Superior de Nova Mutum
Com Folha.com

Prédios Mais Inteligentes

Ele já causa um impacto ambiental, está na hora de ser um impacto positivo

Prédios verdes são prédios inteligentes dust
Se você, ao ler isto aqui, estiver sentado num prédio de escritórios convencional, tire um momento para escutar os zumbidos ao seu redor.
Os sistemas de energia, as luzes, a água, os elevadores, a energia e refrigeração para tecnologia, o aquecimento e refrigeração das pessoas: tudo isso contribui para fazer dos prédios fontes respeitáveis de emissão de gases estufa – e importantes usuários de energia. Na verdade, em 2025 os prédios vão usar mais energia do que qualquer outra categoria de “consumidor”. (Hoje nos Estados Unidos eles já representam 70% do consumo de energia.). E 40% da produção atual de matérias-primas no mundo vai para os prédios. Isso representa cerca de 3 bilhões de toneladas, a cada ano.
Em resumo, prédios são caros – tanto em termos de custo de aquisição quanto de custos operacionais, e também quanto ao que custam ao planeta. Felizmente, identificar algumas causas-chave leva a algumas oportunidades para a criação de mais prédios verdes:
Instrumentados: hoje, muitos dos sistemas que compõem um prédio são gerenciados de maneira independente – e muitos deles nem mesmo são gerenciados pela sua ocupação, seu uso de energia ou seu efeito térmico, devido à falta de sensores e dispositivos de monitoramento que seriam necessários para isso.
Interconectados: a falta de padrões para mensuração do uso de energia e do rastro de carbono torna difícil a implementação de práticas que possam gerenciar e controlar o uso de energia. E a falta de interfaces padronizadas, por entre uma larga faixa de dispositivos e sistemas em um prédio, faz com que seja quase impossível gerenciá-los a partir de um ponto ou plano centralizado.

Inteligentes: mas em um prédio instrumentado e interconectado, proprietários ou inquilinos podem tomar decisões melhores a respeito do uso de energia no prédio – e, muitas vezes, podem se valer do próprio prédio para “tomar aquelas decisões” em si. Além disso, políticas inteligentes, como por exemplo novos padrões emitidos pelos governos e incentivos para arquitetos, construtores, incorporadores e proprietários sobre eficiência energética, podem fazer com que as economias sobre futuros custos operacionais possam beneficiar aqueles que fizeram o investimento de capital. Ainda é possível combinar esses incentivos com outros ligados a utilidades para obter uma redução do consumo de energia e água nos prédios.

IBM é líder (US) na construção de centros de dados verdes e de instalações especializadas que tenham que estar intimamente integradas com a tecnologia, tais como pisos de bolsas de valores ou fábricas automatizadas. Cada vez mais, empresas de todos os tipos estão descobrindo que suas operações e instalações estão tão ligadas às suas necessidades de tecnologia quanto às suas necessidades de fatores humanos, e às vezes até mais. Especialmente na região da Ásia-Pacífico, a experiência da IBM em prédios verdes a levou a realizar serviços de consultoria, projeto e gerenciamento para prédios completos e seus subsistemas, com alguns resultados notáveis (como no Hotel St. Regis, de Xangai (a página reside fora da ibm.com) e no complexo de escritórios GreenSpaces (a página reside fora da ibm.com) em Nova Déli, na Índia).
Os serviços de consultoria da Green Sigma, da IBM, baseados no enfoque Lean Six Sigma, ajudam os clientes a reduzir seu consumo de energia e água. Combinando a experiência da IBM em eficiência energética e redução de carbono, com os processos Lean Six Sigma e com consultoria em responsabilidade social corporativa, a Green Sigma dá aos clientes a possibilidade de aplicar essa estratégia às suas operações e práticas ambientais, visando:
  • Gerenciar e reduzir as emissões de carbono e as ineficiências do sistema de água
  • Reduzir o consumo de energia e água, bem como os custos associados
  • Utilizar técnicas avançadas de análise de dados para estabelecer um rastro de carbono contínuo e práticas de gerenciamento de água
  • Aumentar os lucros por meio de atividades como a comercialização de carbono
Somando-se a essas competências (e sua experiência em tornar mais inteligentes os seus próprios centros de dados e prédios), um software da IBM – o IBM Maximo (US) – possibilita a criação de painéis de gerenciamento e centros de controle operacional, de forma a permitir que qualquer pessoa autorizada – de administradores prediais a CFOs – possa entender e gerenciar a ampla variedade de subsistemas, dispositivos de medição e sensores em seus prédios, visando otimizar o seu uso e conservação.



Google+ versus Facebook: qual é o melhor para os negócios?


Especialistas apontam que Facebook leva vantagem na briga, mas que a Google poderia encontrar nichos empresariais para deslanchar.


Desde que a Google abriu a possibilidade de negócios criarem páginas no Google+, há duas semanas, passou a disponibilizar ferramentas básicas para que companhias entrem nessa rede.

Enquanto os analistas da indústria acreditam que o Google+ Pages poderá encontrar um nicho lucrativo no mundo de redes sociais entre os usuários corporativos, por enquanto há uma percepção de que o Facebook pode superar o Google+ quando se trata de fornecer às empresas um lugar para atingir o coração dos clientes.

"Acredito que a Google vem tentando encontrar equilíbrio entre responder rapidamente a uma grande demanda do mercado - o apoio à presença comercial no Google+ Pages - versus disponibilizar uma oferta mais completa ao mercado", aponta Ray Valdes, analista do instituto de pesquisas Gartner. "A gigante de buscas escolheu não esperar até que o Google+ Pages ganhe características importantes, mas secundárias, como transferências de conta e suporte a arquivos de áudio. “Esse setor caminha rapidamente, e a Google não se deu ao luxo de esperar até que a oferta estivesse totalmente completa”, acrescenta o executivo.

Por enquanto, há uma lista de recursos que o Google+ Pages não conta, incluindo a capacidade para que as empresas ofereçam promoções ou cupons, bem como a possibildiade de hospedar concursos ou sorteios. Empresas em páginas do Google+ também não podem vender produtos. Muitos desses recursos estão disponíveis no Facebook e, agora, os usuários os querem no Google+ Pages.

Em julho, logo após a Google ter permitido a criação de páginas no Google+, o Facebook lançou o Facebook para Negócios, que basicamente é um guia para auxiliar empresas a usar recursos do Facebook direcionados para os negócios, social plug-ins e anúncios.

O Facebook deixou claro que queria fisgar as empresas e tirou vantagem da demora do lançamento do Google+ Pages. Agora, meses depois, analistas do mercado dizem que é evidente que o Google+ ainda precisa amadurecer. De acordo com Valdes, o Google+ Pages é um bom começo e a empresa irá completar a oferta nos próximos meses. 

“No momento, o Facebook tem uma oferta mais completa, mas tudo isso pode mudar rapidamente. Google e Facebook não são escolhas excludentes. Muitas empresas têm um blog e um Twitter e uma página no Facebook. Agora, uma parte deles irá adicionar uma página no Google+”, diz Valdes.

De acordo com ele, alguns pontos estão posicionando a ferramenta da Google positivamente. “Muitas empresas estão inseridas no mundo da rede social e enxergam com bons olhos a audiência da Google”, aponta. “Se a Google adicionar processos para aprimorar a solução, será realmente útil e valiosa para as companhias”, completa.

Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group, disse que ainda há espaço para a Google tornar-se a ferramenta que estará no topo das estratégias sociais das organizações. Mas primeiro, diz, precisa sanar os problemas dos usuários têm notado nos últimos dias.

"Existem algumas limitações reais nas páginas voltadas para o setor corporativo do Google+ que tornam mais difícil para as empresas usar a solução da maneira que quiserem. Esse quadro pode reduzir significativamente a adoção", avalia. "Por exemplo, apenas uma única pessoa pode gerenciar a conta, por isso ou o indivíduo será responsável pela página da empresa ou terá de compartilhar os dados de login e senha com várias pessoas. Isso não é recomendado."

Ao analisar esses pontos, de acordo com Olds, o Facebook tem vantagem quando se trata de rede social mais alinhada às empresas. Mas ele espera que a Google trabalhe para mudar esse cenário. Pro outro lado, diz, nenhuma ferramenta é “tudo para todos”.

Valdes espera ver, nas próximas atualizações do Google+, mais integração com outros serviços do Google, como a ferramenta de busca. Nas últimas semanas, a Google afirmou que é exatamente essa a ideia que tem daqui para frente. Em setembro, o CEO da Google, Larry Page disse que quer "transformar" a empresa, integrando seus diversos serviços com o Google+.

Não há dúvidas, aponta o analista, de que a Google deu um enorme passo nessa direção em outubro quando anunciou que tinha integrado o Google+ com o Google Apps, um pacote de aplicativos corporativos baseado em nuvem.