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quinta-feira, 29 de março de 2012

Empresas usam mídias sociais para escolher novos funcionários

Estudo anual Eurocom Worldwide aponta que uma em cada 5 empresas rejeita candidato por perfil em redes sociais.

Uma em cada cinco empresas de tecnologia rejeita candidatos a vaga de emprego por causa do perfil em mídias sociais, de acordo com a pesquisaEurocom Worldwide.
O estudo anual havia informado anteriormente que 40% das companhias participantes checavam as redes sociais de quem tentava ingressar, mas essa é a primeira vez que foi confirmada a rejeição de candidatos por sua identidade online.
“O homem do século 21 está aprendendo que cada ação deixa um incrível rastro digital. Nos próximos anos, muitos de nós seremos desafiados pelo que tornamos público em vários fóruns sociais hoje”, disse Mads Christensen, diretor de redes na Eurocom Worldwide.“O fato de um em cada cinco candidatos ser desqualificado de uma entrevista de trabalho por conta de seus conteúdos sociais é um aviso às empresas e um verdadeiro indicativo da realidade digital em que vivemos agora”.


Computerworld do Reino Unido participou do evento e-Skills na semana passada em que estudantes graduados da universidade ITMB (Information Technology Management for Business) se reuniram para discutir habilidades e buscar empregos. A gerente de desenvolvimento profissional Kate Ross fez uma palestra no encontro e destacou alguns pontos importantes no gerenciamento do seu perfil na internet.

“É importante gerenciar a sua presença digital e se atentar a coisas como sua página no Facebook, porque vamos acessá-la quando você estiver buscando um emprego conosco”, disse Kate. “Valorizamos candidatos com forte presença no mundo digital e temos muitos recém-formados chegando às empresas com sites próprios e incríveis conteúdos compartilhados em seus perfis no Twitter. Somos encorajados internamente pela IBM a construir nossa própria eminência digital”.
Kate entregou aos participantes um manual de como lidar com a vida digital, intitulado “Managing Reputation in the Digital World: IBM Recommendations for Applicants and Prospective Employees”. 
Um trecho do livro diz: “Cada indivíduo é responsável por sua reputação online, e deve cuidadosa e ativamente gerenciar sua reputação no mundo digital, um lugar em que informações e imagens que você publica podem se tornar públicas e possivelmente irão se espalhar rapidamente, e que podem ser consideradas por potenciais empregadores”.
O manual adverte aos estudantes que pensem antes de publicar algo em uma rede social, que sempre sejam positivos e construtivos, para considerar uma luta de longo-prazo pelo profissionalismo.
Uma dica para usar o Facebook com mais liberdade é restringir as suas publicações de acordo com as suas listas de amigos. Veja como fazer isso no nosso tutorial

sexta-feira, 16 de março de 2012

Sua empresa está preparada para Big Data? Conheça 5 passos

O volume de dados não para de crescer. Saber gerenciar essa avalanche e tirar proveito dela são estratégias diferenciadas de negócio. Veja cinco dicas. 


Big Data está sendo visto pelos analistas do mercado como uma vantagem estratégica para os negócios no futuro. Agora, é apenas uma questão de tempo para as companhias começarem a pensar em iniciativas para lidar com a grande quantidade de dados.


O fenômeno, apontam os consultores, é diferente de data warehousing. Isso porque, hoje, os dados são gerados com mais velocidade e de diferentes fontes, ao contrário daqueles do passado, a maior é de natureza não estruturada.

Blogs, redes sociais, sensores, máquinas e ferramentas estão gerando localização com base em um universo de dados não estruturados, que quando capturados, gerenciados e analisados rapidamente, podem ajudar as companhias a descobrir eventos e padrões que não seriam capaz de reconhecer antes.

"Coletamos dados há muito tempo, mas eles eram muito limitados e as organizações não sabiam como lidar com eles", afirma Paul Gustafson, diretor de programas de tecnologia de vanguarda da Computer Sciences Corp. Segundo ele, os dados eram coletados e modelados de acordo com a estratégia da empresa. Agora, o mantra é coletá-los e conectá-los.

Veja a seguir cinco importantes ações para que os gerentes de tecnologia da informação construam a base para o Big Data.

1. Faça um balanço dos dados
Quase todas as organizações têm a possibilidade de acesso a um fluxo equilibrado de dados não estruturados, sejam eles dirigidos às redes sociais ou gerados a partir de sensores que monitoram os andares de uma fábrica, por exemplo. Mas produzir uma enxurrada de informação não significa que é imperativo salvar e manusear cada byte gerado.

"Com a corrida inicial em torno de Big Data, as pessoas estão sentindo uma necessidade artificial de compreender todos os dados fora de blogs ou sensores", observa Neil Raden, analista do instituto de pesquisas Constallation Research. Parte dessa ansiedade vem de fabricantes e consultores que buscam promover a próxima onda da computação empresarial. "Existe essa tendência que vem de pessoas que estão comercializando a tecnologia", afirma Raden.

Os gerentes de TI mais antenados vão resistir a essa vontade e observar de que forma os dados podem ser úteis para a organização e ainda mapear quais não são. Um primeiro passo é fazer um inventário do dados criados internamente e determinar quais as fontes externas. Dessa forma, é possível preencher lacunas no conhecimento para adicionar valor aos negócios, afirma Raden.

Depois disso, o departamento de TI deve continuar com projetos focados, em vez de optar por aqueles que são muito ambiciosos. "Você tem de gastar alguns milhões de dólares para iniciar um projeto para ver se vale a pena", aconselha Raden.

2. Deixe que prevaleçam as necessidades dos negócios
Você já deve ter lido ou ouvido antes, mas o alinhamento da TI com os negócios é fundamental para uma iniciativa tão ampla e variada como Big Data, dizem os analistas. Muitas das oportunidades de Big Data começaram em áreas fora da TI: os departamentos de marketing são exemplo. Eles têm buscado no fenômeno uma forma de obter mais conhecimento sobre as necessidades dos clientes e identificar tendências de compras por meio das redes sociais.

Se por um lado os especialistas em disciplinas específicas dos negócios reconhecem as oportunidades para fazer dinheiro, é de responsabilidade da TI assumir o controle dos conceitos de "partilha de dados" e "data federation" que fazem parte da estratégia de Big Data.  

"Isso não é algo que o departamento de TI pode fazer sozinho", comenta Dave Patton, principal analista da Indústria de Gestão da Informação da PricewaterhouseCoopers. "Caso contrário, será difícil obter o sucesso da iniciativa se ela não estiver alinhada aos objetivos de negócios”, completa.

3. Reavalie a infraestrutura
De acordo com Beyer e outros especialistas, Big Data exige grandes mudanças na infraestrutura de servidores e armazenamento na maioria das empresas. Para os analistas do mercado, os gestores de TI precisam estar preparados para expandir seus sistemas para lidar com informações em expansão, sejam elas estruturadas ou não estruturadas.  

Essa visão requer considerar a melhor abordagem para os sistemas, tornando-os extensíveis e escaláveis. É necessário desenvolver um plano para integrar todos os sistemas que alimentam a análise de Big Data.

"Hoje, a maioria das empresas tem sistemas distintos e opera em silos”, diz Anjul Bharmbhri, vice-presidente para produtos Big Data da IBM. Ele acrescenta ainda que os CIOs realmente precisam ter uma estratégia para atender a diferentes sistemas e departamentos, pois é vital para obter as respostas corretas. 

4. Estruture os dados
O mundo do Big Data vem com uma longa lista de novas siglas e tecnologias que provavelmente nunca estiveram antes na mira dos CIOs.

Ferramentas de código aberto para lidar com Big Data estão recebendo mais atenção, como Hadoop, MapReduce e NoSQL e já começam a ser usadas por grandes companhias como Google e Facebook. Muitas dessas tecnologias ainda são imaturas e exigem habilidades específicas do pessoal de TI.

Outras plataformas importantes para o mundo do Big Data incluem analytics, analytics in memory e data warehouse. Os gerentes de TI e as equipes precisam entender a essas novas ferramentas para garantir que estarão aptos para tomar as melhores decisões sobre Big Data.

5. Prepare sua equipe
A maioria das empresas de TI conta com apenas o talento necessário para dar os passos seguinte com Big Data. Por isso, as capacidades analíticas são as mais cruciais e as que mais faltam às equipes de TI.

A consultoria McKinsey projeta que em 2018, somente nos Estados Unidos, o mercado vai demandar de 140 mil a 190 mil especialistas em métodos estatísticos e análise de dados. A busca por cientistas de dados estará em alta.

Os números da consultoria mostram a necessidade por gerentes que conhecem e têm formação em análise preditiva e estatística. Os líderes de TI têm de estabelecer algumas mudanças para vencer esse novo mundo.
Enquanto os melhores líderes de TI do passado foram, em parte e parcialmente, engenheiros de infraestrutura, os gerentes de TI do futuro serão uma combinação de cientistas de dados e engenheiros de processos de negócios, aponta o instituto de pesquisas Gartner.

sábado, 10 de março de 2012

Big Data cria grandes oportunidades para profissionais de TI

Cientistas e especialistas de dados Hadoop são muito procurados por empresas de Web e e-varejistas, serviços financeiros, energia, saúde, utilities e mídia.



Novas oportunidades de emprego estão surgindo para profissionais de TI na área do Big Data, termo usado para descrever grandes quantidades de dados que precisam ser analisadas em tempo real para conduzir a tomada de decisão e aumentar a lucratividade.
Um novo cargo - cientista de dados - é um bom exemplo. Ele normalmente tem formação em Ciência da Computação e Matemática, bem como as habilidades analíticas necessárias para encontrar a providencial agulha no palheiro de dados recolhidos pela empresa.
"Um cientista de dados é alguém que é curioso, que analisa os dados para detectar tendências", diz Anjul Bhambhri, vice-presidente de Produtos Big Data da IBM. "É quase como um indivíduo renascentista, que realmente quer aprender e trazer a mudança para uma organização."
Inédita há 18 meses, a carreira de "cientista de dados" explodiu em popularidade como termo de pesquisa Google. O número de buscas atingiu picos 20 vezes maiores do que o normal no último trimestre de 2011 e no primeiro trimestre de 2012. É o termo de busca mais popular entre os de alta tecnologia em cidades como São Francisco, Washington e Nova York.
Entre as empresas norte-americanas que procuram contratar cientistas de dados estão a PayPal, a Amazon e a HP. Na verdade, o termo "cientista de dados" é mencionado em 195 anúncios de emprego no site Dice.com.
Os departamentos de TI também estão procurando por desenvolvedores e administradores de sistemas que se especializam em ferramentas Hadoop, projetada para uso intensivo de dados e aplicações distribuídas e utilizadas por sites populares como o Yahoo, Facebook, LinkedIn e eBay.
Hadoop é mencionada na maior parte dos anúncios de empregos na Dice.com. Entre as empresas que buscam contratar engenheiros de software e desenvolvedores Hadoop estão AT&T Interactive, Sears, PayPal, AOL e Deloitte.
Hadoop "é uma habilidade emergente", diz Alice Hill, diretor da Dice.com. "As empresas precisam para gerenciar operações em grande escala, e toda a ideia do Hadoop é que você pode fazer isso com baixo custo. Isso funciona muito bem com o que estamos vendo em movimento para a nuvem."
Colina vê oportunidades relacionadas com Hadoop para estagiários e até profissionais experientes, tanto na área de hardware como de software. "Há tantas direções", diz Hill. "É um solo muito fértil para profissionais de TI experientes, mas também para as pessoas saindo com graus de ciência da computação. É uma grande área para se especializar".
"E o povo de hardware precisa descobrir como trabalhar com diferentes ambientes. Não é apenas sobre a compra de um banco de dados e acessos ao disco rígido. Agora, os bancos de dados estão ligados a múltiplos servidores e múltiplos discos rígidos", disse Hill diz. Hadoop "é barato, mas exige alguém que realmente saiba como escalar hardware."
Segundo Hill, Hadoop é também uma boa habilidade para profissionais de TI com experiência em gerenciamento de banco de dados relacional. "Se você realmente entende de estrutura de dados e consultas, vai ter um monte de oportunidades de emprego", acrescenta ela.
De fato, departamentos de TI não só estão contratando pessoas na área de Big Data, como reciclando alguns dos seus empregados, para adicionar análise de dados e Hadoop às habilidades de cada um. A IBM, por exemplo, retreinou 2,4 mil profissionais de TI em grandes Bootcamps dados que detinha para seus clientes e parceiros no ano passado.
Oportunidades de trabalho para cientistas e especialistas de dados Hadoop estão surgindo em todos os setores, desde empresas de Web e e-varejistas, até serviços financeiros, energia, saúde, utilities e mídia.
"Os departamentos de TI realmente têm de expandir suas plataformas de dados e não se restrigirem aos repositórios de dados estruturados", diz Bhambhri. "Eles têm de trazer novas fontes de dados não estruturados para suas plataformas com o objetivo de responder às perguntas que executivos C-level estão pedindo para seus processos decisórios. De uma perspectiva de TI, é muito importante para os profissionais não só para identificar esses dados, como para trabalhar com os seus homólogos de negócios para descobrir que outras fontes de dados precisam ser integrados em suas plataformas."
A IBM tem uma nova iniciativa denominada Big Data University, que visa a formação de estudantes de graduação e pós-graduação na área, expondo-os a Hadoop. Lançado em outubro passado, a Big Data University já atraiu mais de 14 mil estudantes para seus cursos online (são seis, ao todo, relacionadas com Hadoop e Big Data).
"Estamos tentando fazer com que os alunos vejam realmente o potencial do Big Data e que resultados de negócios possam surgir dessas novas fontes de dados", diz Bhambhri. "Estamos bombardeando esses profissionais com estudos de caso nas áreas de saúde, varejo e empresas de telecomunicações. Estamos mostrando a eles o que não era possível antes, e passou a ser agora por causa do trabalho que temos feito com diferentes clientes nesses setores."
Bhambhri está otimista com as perspectivas de carreira para profissionais de TI. "Em todos os setores, há uma grande quantidade de dados que está sendo capturada, por meio de sensores, logs ou das mídias sociais como o Facebook e o Twitter," Bhambhri diz. "Os volumes de dados são enormes. Ma até agora não havia tecnologia disponível para analisar esses dados de forma rápida em uma relação custo-benefício. Era um grande gargalo."


quarta-feira, 7 de março de 2012

Os 5 maiores feitos de Bill Gates

O cofundador da Microsoft coleciona uma série de acertos em áreas como informática, economia e caridade.


Quando o assunto é computador, Bill Gates é uma das primeiras coisas que surgem em nossa cabeça. Mas quando o assunto é o cofundador e a grande figura por trás da ascensão da Microsoft na área dos eletrônicos, aí nem sempre a imagem formada sobre ele é positiva. Por ser normalmente associado à riqueza e a algumas previsões malucas (algumas muito bem colocadas), muitas vezes nos esquecemos de levar em conta a trajetória de sucesso e os acertos na carreira do empresário.
Com um pouco de análise, entretanto, percebemos que William Henry Gates III deve ser levado a sério: afinal, trata-se do homem que ajudou a popularizar o computador pessoal, que criou um dos sistemas operacionais mais práticos e utilizados no mundo e não só ajudou muita gente por aí (incluindo, veja só, Steve Jobs), mas também ganhou muito, muito dinheiro fazendo tudo isso. Conheça abaixo alguns dos principais feitos do empresário:

1. Criar o Windows


Muita gente reclama da tela azul e dos mais variados erros apresentados pelo Windows, mas não se pode negar que o sistema operacional tem qualidades e prestou uma grande ajuda para o mundo da informática.




O Windows 3.1, uma das versões do sistema operacional antes de virar celebridade. (Fonte da imagem: OS History)

Além disso, ele pode nem ter sido o primeiro ou o melhor (já que o Macintosh, da Apple, utilizava recursos gráficos e técnicos bem similares) em sua época de lançamento, em 1985, mas foi o que mais caiu nas graças do consumidor, principalmente a partir do Windows 95. Hoje partindo para a oitava versão, o sistema operacional ganhou bastante autonomia e fama própria ao investir em interfaces como a Aero e a Metro – ou em produtos específicos, como o Microsoft Office.

2. Popularizar o PC


Se você tem um computador com Windows em casa, agradeça a Bill Gates. Afinal, para ele, não bastou criar um grande produto: era preciso fazer com que ele chegasse ao alcance de todos, especialmente quem não era especializado em informática e queria apenas experimentar a nova tecnologia.
A história começa em 1975. Gates, na companhia de Paul Allen, o outro cofundador da Microsoft, negociou um interpretador da linguagem BASIC para o Altair 8800, um dos lançamentos de computadores da época. A partir desse ponto, estava montada a empresa, que continuou programando produtos similares para os mais variados eletrônicos.

Ainda bem que este não era um dos anúncios da empresa... (Fonte da imagem: The Techbox)

Ao contrário da Apple, que não emprestava o sistema operacional para empresas de hardware, a Microsoft fez uma série de parcerias para inserir o Windows no maior número possível de máquinas – e a estratégia deu muito certo. Com isso, o produto era vendido em uma escala muito maior do que seus concorrentes – e sob um preço bem mais reduzido.

3. Ajudar a salvar a Apple



Bill Gates e Steve Jobs tinham uma relação complicada. Não eram grandes amigos, e volta e meia trocavam algumas declarações nada amigáveis, mas precisavam trabalhar juntos em alguns momentos.

Você consegue imaginar ambas as empresas como parceiras? Por muito tempo, o Mac recebeu vários aplicativos produzidos pela Microsoft, como versões de editores de texto e planilhas, além de vários outros produtos que pouparam muito tempo de programação da equipe da Apple.


Assista o Video: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=WxOp5mBY9IY


Mas a ajuda principal veio em 1997: em uma conferência, Jobs anunciou uma parceria para o uso conjunto de patentes, a adoção do Internet Explorer no Mac e a compra de aproximadamente US$ 150 milhões (valor da época) em ações da Apple pela Microsoft, feito recebido com algumas vaias pelo público, mas que ajudou a tirar a empresa do vermelho.
É aqui que está a ironia: como a Maçã mergulhou em uma profunda crise financeira e criativa no começo da década de 1990 (quando Jobs ainda estava afastado da empresa), se não fosse por Bill Gates, produtos como o iPod e o iPhone poderiam nem existir.

4. Saber ganhar dinheiro


Não adianta: é impossível não relacionar Bill Gates com sua capacidade de gerar e acumular riquezas. Mais do que um geek, um empresário. No comando da Microsoft, ele transformou a empresa em um dos maiores polos da informática, desbancando em riqueza e popularidade outras empresas fortes do Vale do Silício nas décadas de 1980 e 1990, como a Apple, a HP e a IBM.
De acordo com a Forbes, ele é a quinta pessoa mais poderosa do mundo (atrás de quatro líderes políticos), a mais rica dos Estados Unidos (com patrimônio de pouco mais de R$ 100 bilhões) e o segundo colocado no ranking mundial (perdendo para o mexicano Carlos Slim), do qual Gates faz parte desde 1995.


O sorriso é justificável: são mais de R$ 100 bilhões na conta bancária. (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

E ele está disposto a ensinar o caminho para o sucesso: as entrevistas mais recentes de Gates nem se concentram tanto no mundo da informática, do qual ele está mais afastado após deixar a Microsoft: o negócio agora é dar dicas sobre economia e falar sobre alguns projetos que podem mudar o mundo.

5. Voltar os olhos para a caridade



Acabar com a fome e melhorar o sistema de saúde em países da África são objetivos da fundação. (Fonte da imagem: Bill & Melinda Gates Foundation)

O egoísmo e a ganância são duas características frequentes em quem conquista muito dinheiro ou poder na vida. Com Gates, isso não aconteceu. O empresário fundou em 1994 a Bill & Melinda Gates Foundation, uma instituição filantrópica (porém abastecida com generosas doações privadas e parte da fortuna da família) que incentiva projetos de pesquisa em todo o mundo.

Administrada por ele, a esposa e o investidor Warren Buffett, a fundação possui como foco o combate à pobreza e a melhora nos sistemas de saúde de todo o planeta. Além disso, nos Estados Unidos, o projeto busca um sistema de educação diferenciado para regiões mais pobres. Cerca de R$ 49 bilhões (quase metade de seu patrimônio pessoal) já foram destinados à pesquisa de novas fontes de energia e à produção e distribuição de vacinas contra os mais variados tipos de doença, como a malária.
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Bill Gates pode não agradar a todos, mas não se deve negar crédito ao ex-chefe da Microsoft por seus acertos como pessoa ou no comando de uma das grandes empresas da área de informática. Afinal, se não fosse por ele, é possível que você não estivesse nem lendo este artigo.



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/bill-gates/20271-os-5-maiores-feitos-de-bill-gates.htm#ixzz1oSgLTSe1